terça-feira, 22 de setembro de 2009

Zezé Motta na Capa do LP "Pacto de Sangue" (1989)




LP * "Pacto de Sangue" (Trilha sonora da novela) - 1989.

Zezé canta na faixa: "Histórias e Lendas" e aparece na capa e na contra-capa.

Zezé Motta em "A Turma do Pererê" (1983)



Em 12/10/1983, foi exibido, às 21h30, na TV Globo, o especial "A Turma do Pererê", criado por Ziraldo, com direção de Guto Graça Mello e direção geral de Augusto César Vannucci.

A história de A turma do Pererê era inspirada na revista em quadrinhos homônima, de autoria de Ziraldo, lançada 20 anos antes. A publicação foi a primeira a exibir personagens brasileiros totalmente em cores e a segunda a mostrar o Pererê, personagem lançado na revista O Cruzeiro, na década de 1950.

No programa, A história de A turma do Pererê se passa na Mata do Fundão e tem início quando o índio Tininim (Ricardo Graça Mello) decide trocar a vida da floresta pelo frenético dia-a-dia de uma cidade grande. Cansado do verde e do cheiro da mata, Tininim decide partir para a civilização, apesar dos pedidos de sua namorada Tuiuiú (Marinela Graça Mello), que não quer ficar sozinha e teme pela vida do índio. A decisão de Tininim mexe também com a vida de todos na floresta. A onça Galileu (Carlos Leite) convoca toda a turma da Mata do Fundão para uma reunião de emergência. Preocupado, o Saci Pererê (Genivaldo dos Santos) resolve ir atrás do índio Tininim para ver como o amigo está se saindo em meio aos ônibus, arranha-céus e agitação da vida urbana. Pererê e sua trupe partem em busca de Tininim, deixando Galileu correndo perigo na mata: os caçadores querem a onça, custe o que custar. Eles desenvolvem uma máquina infalível para matar Galileu, o troféu mais cobiçado pelos membros do Sindicato dos Caçadores.

O programa foi elaborado como uma opereta, em que a história é contada através de números musicais. Algumas das canções apresentadas foram compostas pelo próprio Ziraldo. Outras letras foram compostas por Fagner, Guilherme Arantes, Ivan Lins e Daltony Nóbrega, entre outros. Nomes como Gal Costa, Wanderléia, Zezé Motta, Luiz Melodia, Fagner, Sérgio Reis e Os Violeiros de Guarulhos, entre outros, cantaram Canção dos caçadores, Desperta, Saci, Agulha num palheiro, Tininim e Grande final.


Fonte: Site Memória Globo.


Zezé Motta em entrevista ao TvAqui




Nascida em 27 de junho de 1944, na cidade de Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, Zezé Motta iniciou sua vida de atriz no teatro, em 1968, na peça Roda Viva, escrita por Chico Buarque. Com uma extensa carreira no cinema e televisão, a artista atualmente se dedica ao novo filme de Xuxa Meneghel, O Fantástico Mistério de Feiurinha, e ao seriado Cinquentinha, de Aguinaldo Silva. Esses foram alguns dos temas abordados na entrevista que você pode conferir abaixo.


TvAqui Como surgiu o convite para integrar o elenco de Cinquentinha?

ZEZÉ MOTTA: Como sempre acontece (risos), com um telefonema do diretor Wolf Maia.


TvAqui Qual será a sua personagem no seriado? Poderia nos adiantar algo a respeito?

ZEZÉ: Uma governanta, Janaína (Naná), que já faz parte da família há muitos anos. Integra, sábia e principalmente digna. É uma mulher muito sofrida, faz parte de uma comunidade na favela. E vou estar feliz em dobro por estar no núcleo de minha comadre Marília Pêra.


TvAqui A última vez em que você trabalhou com o Aguinaldo Silva foi na novela Porto dos Milagres, de 2001. Como se sente em retomar essa parceria?

ZEZÉ: Foi a primeira vez na novela Porto dos Milagres. Fiz a mãe Ricardina, e foi muito prazeroso. Quanto a trabalhar novamente, é mais uma vez um prazer, pois sempre é bom quando se lembram de mim, sinal que gostaram do meu trabalho.



TvAqui Em uma entrevista recente à Record News, você disse que a atriz Marília Pêra lhe ajudou muito. Fale sobre isso aos nossos leitores.

ZEZÉ: Início de carreira é complicado. Saí da casa de meus pais no Rio, onde tinha toda estabilidade. Fui morar em São Paulo. Pela primeira vez tive que me preocupar com aluguel, alimentação, luz, água, etc e etc. Vida muito difícil de enfrentar sozinha, pra uma moça que como já foi dito sempre morou com os pais. Um dia (daqueles) cheguei para Marília e disse: “DESISTO. Quero voltar para o Rio, lá não passo dificuldades, vou voltar”. Marília não somente não deixou como me incentivou e incentiva até hoje. É minha irmã e grande amiga, além de comadre.


TvAqui Hoje em dia, existem muitas pessoas que sonham em seguir a carreira artística. Qual o conselho que você daria para quem deseja mergulhar nessa área?

ZEZÉ: Perseverança, não desistir do sonho, porque não dá pra ser feliz sem realizar.


TvAqui Conhecida por sua grande carreira, existe algum personagem a que você guarda com mais carinho?

ZEZÉ: Com certeza Sônia, da novela Corpo a Corpo, de Gilberto Braga. Fazia uma paisagista que namorava o Cláudio (Marcos Paulo). Deu muito o que falar na ocasião, uma negra com um parceiro branco. Falar de Xica da Silva é covardia. Gostei muito também de fazer o filme Quilombo. Era uma guerreira Dandara. Dandara foi muito bom fazer porque foi um exercício diferente, forte. Uma guerreira, literalmente, no sentido da palavra.


À esquerda, Zezé Motta estampa a capa de uma revista ao lado de Marcos Paulo. Na outra foto, a atriz aparece caracterizada com a personagem Dandara, do filme Quilombo.



TvAqui Existe algum autor, diretor ou ator com quem você ainda não teve oportunidade de trabalhar, mas gostaria muito? Quem seria?

ZEZÉ: Sempre tive muita vontade de trabalhar com o Wolf (Wolf Maia, diretor e ator). Somos amigos há 40 anos. Agora estaremos juntos em Cinquentinha, ele dirigindo e eu atuando. Espero poder dividir e ser parceira em trabalhos com ele mais vezes.


TvAqui Você também já trabalhou em diversas peças teatrais, atuando e dirigindo. Há algum projeto que você queira divulgar ao público?

ZEZÉ: Tenho mais experiências em direção de shows intimistas. Já dirigi cantores e compositores como Leci Brandão, Ana Carolina, Jamelão, dentre outros.


TvAqui Falando agora sobre a cantora Zezé Motta, existe algum novo projeto atualmente nessa área ou você pretende dedicar-se apenas à televisão? Tem o desejo de fazer musicais?

ZEZÉ: Tenho. Surpresa para o próximo verão.


TvAqui Como profissional, há algo que ainda deseja conquistar?
ZEZÉ: Adoraria ter uma música cantada por mim na trilha sonora de uma novela.


TvAqui Você ficou muito marcada pelo filme Xica da Silva, de 1976. Apesar de já terem se passado 33 anos, ainda é lembrada pela personagem?

ZEZÉ: Até hoje me chamam de Xica na rua, o rapaz da locadora disse que o filme não para na prateleira. Também me perguntam muito o que a Xica fazia com os homens que eles gritavam tanto e enlouqueciam por ela. Deixo a cargo da imaginação das pessoas. Cada uma com sua fantasia.



Zezé Motta e Walmor Chagas no filme Xica da Silva, de 1976



TvAqui Você tem um vasto histórico no cinema, também. Como você analisa a situação aos filmes nacionais de hoje em relação aos da década de 70 ou 80? Acredita que atualmente o nosso cinema possui uma identidade própria?

ZEZÉ: Cinema Nacional vai bem. Todo ano somos candidatos ao Oscar. Comparar é complicado, são épocas distintas.


TvAqui Você já possui algum trabalho em vista nas próximas novelas da Rede Globo após Cinquentinha?

ZEZÉ: Gosto de me fixar no momento que estou vivendo e agora estou concentrada na minissérie e filmando O Mistério da Feiurinha, próximo filme da XUXA. É a terceira vez que sou chamada para trabalhar com a apresentadora.


TvAqui Até alguns anos atrás, raramente víamos atores negros atuando nas novelas com personagens que não fossem “a doméstica”, “o escravo”, “o empregado”, entre outros previsíveis. Você acredita que atualmente já pode-se dizer que os profissionais negros libertaram-se de estereótipos e conquistaram o seu espaço merecido na televisão? O que ainda falta?

ZEZÉ: Percebo que há uma preocupação da parte dos autores. Há vinte anos atrás era muito difícil, agora não. Eu mesma já fiz paisagista, empresária, dona de casa e temos agora na nova novela de Manoel Carlos a protagonista Taís Araújo. O Lázaro [Ramos] tem tido ótimos papéis…


TvAqui As emissoras estão investindo pesado em dramaturgia, desde novelas até seriados. O que você acha sobre isso? O mercado suporta tantas opções?

ZEZÉ: O que está sendo bom nisso aí é que os atores também têm mais opções e oportunidades de trabalho. O público com isto ganha também.


TvAqui Zezé, agradecemos pela entrevista e desejamos ainda mais sucesso na sua carreira. Deseja deixar algum recado para os leitores do TvAqui?

ZEZÉ: Primeiro peço desculpas aos profissionais que trabalham neste site e a você Marcelo (TVAQUI), pela paciência. Sempre trabalhei como souberam pelas respostas dadas às suas perguntas e pelo site que vocês navegaram nele (http://www.zezemottaoficial.com), tiveram acesso ao meu release, divulgaram com a maior gentileza, inclusive dando destaque. Fico muito agradecida. O momento é de muita felicidade e mais trabalho ainda. Espero corresponder às expectativas dos profissionais com quem estou trabalhando no momento e do público, dando vida aos personagens. Agradeço de coração o carinho, cuidado, espaço maravilhoso que me foi dado e que este site esteja sempre à frente nas informações. E com isto arrebatando mais leitores. Parabéns por tudo e mais uma vez muito obrigada a todos.


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Zezé Motta apresenta seus sucessos em Campos



Nesta sexta, 04 de setembro, a atração do SESI Campos é a cantora e atriz campista Zezé Motta, que se apresenta às 20h, no Teatro, em Campos. O ingresso custa R$ 15 (inteira) e o público é limitado a 200 espectadores. A cantora vai apresentar "além das canções que fizeram sucesso em sua voz como "Senhora Liberdade", "Crioula", "Magrelinha", "Bapá Alapalá" e "Muito prazer Zezé"", que foram compostas para ela, outras do seu repertório como "Chega de Saudade", "Trocando em miúdos", "Pecado Original", "Rita Bahiana", "Dores de Amores", "Tem dó", "Noite do meu bem" e "Bola de meia Bola de Gude".


ZEZÉ MOTTA SOLTA A VOZ EM DESFILE





Ao lado da estilista Margot Mello, Zezé Motta foi a estrela do desfile primavera-verão do Ateliê Cortiço, no Rio Scenarium, Lapa. Após cantar seus hits, ela elogiou a coleção com elementos marinhos inspirada em São Valentim, o santo dos apaixonados.


Fontes: Ego e Caras.


sábado, 25 de julho de 2009

Zezé Motta é mestre de cerimônia do lançamento do Vale-Cultura


Com a presença de políticos, produtores culturais, cenógrafos, jornalistas, artistas, patrocinadores e diretores de cinema e teatro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou na quinta-feira, 23 de julho, o projeto de lei que cria o Vale-Cultura.

Seguindo a mesma ideia do vale-refeição e do vale-transporte, o Vale-Cultura sintetiza a citação de Gilberto Gil, quando ocupava o cargo de ministro da Cultura: “Nossa missão é fazer da cultura um componente da cesta básica dos brasileiros”.

A cantora e atriz Zezé Motta foi a mestre de cerimônias da noite, e, em um colorido figurino, cantou o tema de “Xica da Silva”, personagem que a consagrou no cinema.


Veja um pequeno vídeo do lançamento do Programa Federal:





segunda-feira, 13 de julho de 2009

Discografia: Quarteto Negro (1987)



Paulo Moura, Zezé Motta, Jorge Degas & Djalma Correia: "Quarteto Negro" - Kuarup (1987).

Este não é um disco-solo de Zezé, mas um projeto para o qual ela foi especialmente convidada.

Aqui, a voz de Zezé, o sax e pela clarineta de Paulo Moura, as percussões de Djalma Corrêa, e o baixo solista e o violão de Jorge Degas fazem deste o mais interessante álbum embalado dentro dos eventos alusivos ao centenário da abolição, comemorado em 1988.

Moderno, original, numa aproximação afro-jazz, o Quarteto Negro é um painel-síntese da música contemporânea do Brasil, reunindo três extraordinários instrumentistas e a excelente Zezé Motta.

São nove músicas inéditas e a recriação de "Zumbi, A Felicidade Guerreira" - num registro em que o ritmo do alujá de Xangô foi estilizado pelo quarteto, com Djalma quebrando o elemento religioso e reorganizando o aproveitamento de atabaques e agogô rituais.

Um repertório rico, com várias influências - "Folozinha" (Marku Ribas/ Reinaldo Amaral), por exemplo, é uma canção que mescla as formas das congadas de Minas, enquanto "Meregue" (Adler São Luiz) tem o ritmo caribenho e "Festas da Xica" (Paulo Moura) é um painel de ritmos nordestinos e "Semba" (Degas/Zezé) é uma recriação quase pós-pop do semba (e não samba) angolano, que na Bahia virou o samba de recôncavo. Duas homenagens: "Geisa", um blues do falecido Roberto Guima e "Quelé Menina" (Djalma Luz) homenagem a Clementina de Jesus misturando o candomblé angola da Bahia com o primitivo samba-carioca e o jongo. Finalmente o sempre erudito e Internacional Djalma Corrêa em "Taisho-Koto" faz um paralelo entre a escala nordestina e as sonoridades orientais (o taisho-koto é um instrumento japonês harmônico percussivo), na faixa mais livre e criativa de todas.


Faixas:

01.Folôzinha
(Markú Ribas - Reinaldo Amaral)

02. Sobre as ondas
(Jorge Degas)

03. Merengue
(Adler São Luiz)

04. Festas da Xica
(Paulo Moura)

05. Semba
(Jorge Degas - Zezé Motta)

06. Zumbi
(Gilberto Gil - Waly Salomão)

07. Brucutú
(Djalma Correia - Jorge Degas)

08. Geísa
(Roberto Guima)

09. A Quelé menina
(Djalma Luz)

10. Taisho-koto
(Djalma Correia)



* Obs.: Este não é um blog de donwload.

sábado, 11 de julho de 2009

Zezé Motta prestigia estreia de Bibi



Bibi Ferreira foi homenageada na última terça-feira (7/7) no teatro Maison France, no Rio de Janeiro. Além de uma placa comemorativa, ela recebeu um buquê de flores.

Na mesma noite, a atriz estreou o espetáculo “Bibi canta e conta Piaf”, no qual ela interpreta os grandes sucessos da cantora francesa.

Vários artistas prestigiaram a estreia de Bibi, incluindo as cantrizes Zezé Motta e Alessandra Maestrini (em foto de Michel Rudy cedida ao Blog As Cantrizes).


quarta-feira, 8 de julho de 2009

Zezé Motta em "Corpo a Corpo" (1984)



Autoria: Gilberto Braga
Colaboração: Leonor Bassères
Direção: Dennis Carvalho e Jayme Monjardim
Direção geral: Dennis Carvalho
Período de exibição: 26/11/1984 – 21/06/1985
Horário: 20h
Nº de capítulos: 179



Gilberto Braga trouxe para a trama de Corpo a corpo a discussão sobre racismo através da família de classe média de Antônio (Waldir Onofre) e Jurema Rangel (Ruth de Souza). A filha do casal, Sônia (Zezé Motta), uma jovem arquiteta, começa a namorar Cláudio, filho do rico empresário Alfredo Fraga Dantas, e passa a ser discriminada pela família dele. A relação entre os dois causou polêmica, inclusive entre os telespectadores. Vítima do racismo da família Fraga Dantas, Sônia chega a romper com Cláudio, apesar de amá-lo. O destino, no entanto, faz com que ela fique eternamente ligada àquela família. Alfredo cai do cavalo e tem uma fratura exposta da tíbia. Para sobreviver, o médico informa ser preciso fazer uma transfusão de sangue urgente. A única pessoa que tem o tipo sanguíneo compatível como o de Alfredo, O negativo, é Sônia, e é seu sangue que acaba salvando a vida do patriarca da família Fraga Dantas.


O amor inter-racial não foi aceito pelo público. "Um jornal ouviu telespectadores sobre o casal. Ficamos espantados com as respostas", disse Zezé Motta. Segundo ela, uma das pessoas dizia que seu par romântico deveria estar sem dinheiro para aceitar beijar uma negra na trama. Zezé contou, ainda, que Marcos Paulo chegou a receber recados mal-educados de fãs em sua secretária eletrônica. "As reações foram fortíssimas", confirmou o galã da época.


Veja mais fotos de "Corpo a Corpo":







Fontes: Site Memória Globo, Site Teledramaturgia, Blog Memória da TV.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Zezé Motta prestigia Prêmio APTR - 2009



Em sua terceira edição, o Prêmio APTR, concedido pela Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro, reuniu uma legião de famosos na noite desta segunda-feira (6/7), no Teatro Fashion Mall, em São Conrado, na zona sul carioca.

Um dos artistas que prestigiaram o evento foi Zezé Motta. Ela conferiu a vitória de nomes como Sérgio Britto, Bibi Ferreira e Fernando Eiras.


Discografia: "Chave dos Segredos" (1995)


Capa

Encarte

Faixas:

01. Paixão (Luiz Melodia)

02. Doce Esperança (Roberto Mendes)

03. Direiro à Vida (Ana Terra - Élton Medeiros)

04. Ter Você Comigo (Suely Corrêa - Jane Duboc)

05. Coisa Feita (Paulo Emílio - Aldir Blanc - João Bosco)

06. Como La Cigarra (Maria Helena Walsh)

07. Escrava Anastácia (Tony Bahia - Jota Maranhão)

08. Tema de Amor de Gabriela (Tom Jobim)

09. Pepe (Daniel Lemaitre)

10. Chorinho (Irinea Maria - Suely Corrêa)

11. Quero porque quero (Marina Lima - Zezé Motta)

12. Sins (Adriana Calcanhoto)

13. Meu Par (Suely Corrêa - Irinéa Maria)

14. Chave dos Segredos (Timbauba)


Movieplay - 1995.


* Obs.: Este não é um Blog de download.

Filmografia: "Cordão de Ouro" (1977)



Direção: Antônio Carlos Fontoura
Assistente de direção: Jorge Duran e Paulinho de Almeida
Roteiro: Antônio Carlos Fontoura
Direção de produção: Luiz Carlos Lacerda, Walter Wcbb, Ricardo Moreira e Mas Chaves
Co-produção: Lanterna Mágica, Alter Filmes e Embrafilme
Música: Antônio Carlos Fontoura
Músicas: Mestre Leopoldina
Música incidental: Roberto Silva
Fotografia: Edison Santos
Fotografia de cena: José Roberto Lobato
Desenho de Produção: Carlos Wilson
Direção de arte: Milton Machado


Elenco:

Zezé Motta
Antônio Pitanga
Jofre Soares
Nestor Capoeira
Antônio Carnera
Maria da Graça
Glória Pinto
Kim Negro
José Ribeiro
Fábio Camargo
Carlos Wilson
Conjunto Os Ogans
Mestre Camisa
Miguelão
Mestre Leopoldina


Sinopse:

Em Eldorado, onde a Companhia Progresso reúne a técnica mais moderna e formas primitivas de trabalho, Jorge, um escravo de uma mina de selênio, consegue escapar valendo-se de sua perícia no jogo de capoeira. Perseguido por um helicóptero dos capitães do mato, ele se atira numa cachoeira, sendo salvo pelo Caboclo Cachoeira. O caboclo, que já o esperava, o conduz até Aruanda para Ogum, seu Onixá protetor, que lhe ensina os mistérios da Capoeira. Satisfeito com a perícia de Jorge, Ogum lhe dá um cordão de ouro protetor e uma missão: voltar a Eldorado para livrar seu corpo do cativeiro. Jorge alia-se aos guerreiros da Cidade Verde e juntos enfrentam os capitães do mato, que tentam capturar escravos. Jorge é aprisionado num combate desigual e levado para o mercado de escravos da Companhia do Progresso. Lá é comprado por Dandara, exescrava e atual amante de Pedro Cem, o chefe todo-poderoso da Companhia. Encarregado da guarda pessoal de Dandara. Jorge lidera, pouco depois, uma rebelião de escravos, mas é aprisionado e condenado a ser enterrado vivo. Mas, enquanto cava sua própria cova, ele recebe uma revelação de Ogum, denotando então Pedro Cem e trazendo a liberdade para seu povo.